Jan
24
Filed Under (Uncategorized) by video on 24-01-2012

Este Salmo pode ser entendido em dois aspectos. Vamos pensar um pouco? Como voc? usa seu tempo que ? a dura??o da sua vida? Isto se refere, a ter sempre sabedoria do melhor uso, para fazer hist?ria, pois n?o podemos ser alienados ou carregar qualquer paradigma de desapontamento, mas acreditar que ? poss?vel viver com sabedoria no nosso tempo.

O segundo ? o local onde estamos plantados, detalhe, com sabedoria em qualquer lugar vamos dar frutos, pois Isaque colheu em um local desacreditado e impossibilitado para qualquer empreendedor, mas, devido ? b?n??o de Deus na sua vida, ele prosperou.

Deus levantou a tribo de Issacar a menor, por?m eles eram encarregados de trazer revela??o e dire??o para o povo, como fazer diante dos desafios? Eles tinham entendimento e estavam ? frente da sua gera??o, Deus quer levantar pessoas com sabedoria e intelig?ncia para liderar o povo, n?s precisamos urgente de homens e mulheres com este perfil, saber d? dire??o ao povo e como usar o tempo!

S. Fala de sentido, aquilo que nos traz dire??o para agirmos diante dos desafios.

A. ? o amor que ? ? base da vida, para realiza??o de qualquer projeto.

B. ? a bondade, a melhor atitude do ser humano.

E. Ess?ncia de tudo que somos ou onde podemos chegar.

D. ? a dignidade para construirmos um Brasil melhor!

O. Fala da obedi?ncia que ? saber obedecer para ser!

R. ? a realiza??o do nosso trabalho de tudo que sonhamos.

I. N?o podemos ficar somente idosos, mas id?neos que ? ? maturidade da vida.

A. ? a amizade de construir ponte, pois somente juntos, podemos viver a melhor virtude do cristianismo que ? a comunh?o.

Pois a sabedoria nos d? dire??o em toda ?rea da nossa vida, para agirmos com sucesso em qualquer trabalho de nossas m?os, porque esta ora??o que Moises fez, podemos faz?-la todos os dias. Voc? decide. Pense nisso! Amados!

A Deus toda gl?ria! Apenas Servo: Gilberto Santos

Tema: O tempo ? ?nico para decidir! Sal 90:12

Este Salmo pode ser entendido em dois aspectos. Vamos pensar um pouco? Como voc? usa seu tempo que ? a dura??o da sua vida? Isto se refere, a ter sempre sabedoria do melhor uso, para fazer hist?ria, pois n?o podemos ser alienados ou carregar qualquer paradigma de desapontamento, mas acreditar que ? poss?vel viver com sabedoria no nosso tempo.

O segundo ? o local onde estamos plantados, detalhe, com sabedoria em qualquer lugar vamos dar frutos, pois Isaque colheu em um local desacreditado e impossibilitado para qualquer empreendedor, mas, devido ? b?n??o de Deus na sua vida, ele prosperou.

Deus levantou a tribo de Issacar a menor, por?m eles eram encarregados de trazer revela??o e dire??o para o povo, como fazer diante dos desafios? Eles tinham entendimento e estavam ? frente da sua gera??o, Deus quer levantar pessoas com sabedoria e intelig?ncia para liderar o povo, n?s precisamos urgente de homens e mulheres com este perfil, saber d? dire??o ao povo e como usar o tempo!

S. Fala de sentido, aquilo que nos traz dire??o para agirmos diante dos desafios.

A. ? o amor que ? ? base da vida, para realiza??o de qualquer projeto.

B. ? a bondade, a melhor atitude do ser humano.

E. Ess?ncia de tudo que somos ou onde podemos chegar.

D. ? a dignidade para construirmos um Brasil melhor!

O. Fala da obedi?ncia que ? saber obedecer para ser!

R. ? a realiza??o do nosso trabalho de tudo que sonhamos.

I. N?o podemos ficar somente idosos, mas id?neos que ? ? maturidade da vida.

A. ? a amizade de construir ponte, pois somente juntos, podemos viver a melhor virtude do cristianismo que ? a comunh?o.

Pois a sabedoria nos d? dire??o em toda ?rea da nossa vida, para agirmos com sucesso em qualquer trabalho de nossas m?os, porque esta ora??o que Moises fez, podemos faz?-la todos os dias. Voc? decide. Pense nisso! Amados!

A Deus toda gl?ria! Apenas Servo: Gilberto Santos

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Dec
23


quarta-feira, 24 de agosto de 2011 Publicado por Fogo para Missões

“Nós, pois, jejuamos, e pedimos isto ao nosso Deus, e moveu-se pelas nossas orações.”
Esdras 8:23
Em nossas comunidades temos diariamente uma experiência que podemos até mesmo não notar: a liberdade. Nesta liberdade podemos saltar de alegria, ser loucos por Jesus ou adoradores extravagantes, mas existe uma parte desta mesma Igreja que não experimenta tal previlégio, a parte que chamamos de Igreja Perseguida.
Esta Igreja também salta de alegria, mesmo diante da morte, não encare isso como algo poético ou romântico, sua dor é real. Os cristãos desta Igreja também são loucos por Jesus, à ponto de não negarem sua fé por nada, os adoradores desta Igreja levam sua extravagância a um nível alto demais para muitos de nós compreendermos, são pais, mães, filhos, maridos, esposas, são amados preciosos, dos quais certamente o mundo não é digno.
Sim, também temos nossas lutas, e perseguições também, mas agora pense nestas mesmas situações num  lugar onde não há tempo para conflitos existenciais, para birras e divisões, onde simplesmente não há tempo. Podemos aprender muito com esta preciosa parte da Igreja, com a seriedade de sua fé, de seu testemunho.
Não devemos sentir culpa pela liberdade que desfrutamos, mas é nosso dever refletir e tomar uma postura diantes destas duas verdades: o que fazemos com esta liberdade?o que fazemos pela Igreja Perseguida? Você pode até dizer que não há muito o que se fazer… mas não se esqueça da oração.
“Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.”
Tiago 5:16

NÃO IGNORE ESTA IGREJA EXISTE E CHORA!!!

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Dec
16
Filed Under (reflexoes) by video on 16-12-2011
No meio cristão é usual associarmos a hipocrisia com o que chamamos “fariseu”, já que era Jesus quem denunciava-os publicamente dessa forma, sem se importar com a influência política que esses líderes religiosos da época tinham, a ponto de poderem conseguir penas capitais através do Estado dominante – no caso, Roma – como a crucificação, por exemplo. Fariseus tinham apoio público para seus atos, inquestionáveis, e exerciam a posição mais poderosa deste mundo: ministravam diretamente ao Deus Altíssimo, criador dos Universos.
Mas a pergunta que não quer calar é: você é um fariseu? Tem tendências a isso? Será?
1. Boas intenções originais justificando atos ruins
A seita dos fariseus surgiu em uma época anterior ao nascimento de Cristo, na época dos Macabeus – vide livros apócrifos na bíblia católica – quando a influência da religião helênica romana começava a trazer elementos à religião judaica (como o uso de imagens representando deuses) que descaracterizaram a Lei Mosaica, patrimônio nacional. Defender a manutenção dos valores da Lei era, além de apologia religiosa, garantia de que o Judaísmo não seria contaminado com abominações como a Idolatria.
Essa luta apologética pela preservação das Escrituras foi o marco inicial do grupo. Não demorou muito para que essa seita, que migrou para partido político, começasse a abandonar a força original, já que a liderança era passada de pai para filho, e os mesmo nem sempre tinham a mesma perseverança de seus antepassados, mas usando do prestígio do passado para se manter a frente, no poder.
2. A organização em nome de Deus é mais importante que Deus.
Jesus denunciou isso sistematicamente, não respeitando líderes daquele grupo por serem gente bem colocada socialmente. O mestre pedia contas a eles pelas responsabilidades que tinham em mãos, questionando a postura egocêntrica quando usavam de suas posições para beneficiar-se. O uso de retóricas religiosas para justificar atos perversos, e a incorporação desses atos como regras a serem usadas em benefício próprio, mesmo quando isso não é compatível com os preceitos no qual, originalmente, se propôs quando ingressou na organização é típicamente farisáica. A tradição de um sistema, mesmo que claramente perverso, para um fariseu, é mais importante do que a religião defende.
3. Não existir policiamento para quem faz policiamento é uma benção
Um dos detalhes que mais aborreciam o Mestre era o fato dos fariseus “aperfeiçoavam” cada vez mais as Leis e não às cumpriam.
Era comum entre os “rabinos” a discussão sobre determinados pontos da lei, como por exemplo, o cumprimento do sábado sagrado: Se um discípulo, quando questionado sobre quanto se pode caminhar em um Sabath respondesse 10 quilômetros , e outro 2 quilômetros, aquele que deu uma margem mais “dura” era tido como um bom discípulo, enquanto o que dava uma distância menor era tido como “liberal”, um “abolicionista da Lei”. Jesus acusava-os de inventar preceitos rígidos, fardos pesados, para cobrar dos outros o cumprimento, mas nem de longe cumpriam. Uma regra mais justa é melhor elaborada quando o próprio policiamento se policia. Isso pareceria muito mais com misericórdia, sentir a dor alheia.
4. Inventar regras para evitar debates:
A interpretação da Lei com textos fora de contexto – assim como fazem com a Graça hoje – muitas vezes foi artifício montado para evitar questionamentos de mentes mais ávidas. Jesus questionou essa postura e – sendo conhecedor da Lei( que Ele mesmo criou) – não dava brecha para esse tipo de invenção. O messias, não saindo do contexto e não estando atado a proteção de nenhuma organização religiosa, explanava as reais razões e motivações que originavam a criação da Lei. O Legalismo ainda hoje é uma forma eficaz de calar bocas, embora não passe de falácia.
5. Máscaras
A aparência na vida de um fariseu é primordial. Diferente de um político – que necessita da projeção para ganhar votos – o religioso, que tinha seu cargo assegurado por ser de descendência, exige que os lugares de honra, assim como exige que os que vivem a sua volta o tenham como uma espécie de ser sagrado, o que Jesus nunca fez.
6. Em nome da proteção da Lei, ele quebrará a Lei.
Está escrito “Não matarás”, “Não dará falso testemunho”, mas para calar a boca de Deus, os fariseus ignoram fatos e quebram o Mandamento, não explicitamente, mas com a desculpa de que, na verdade, estão destruindo o inimigo da Lei. Pregadores da Justiça cometendo injustiças para que a suposta Justiça prevaleça.
7. Fariseus perdem o foco sempre que sua teologia é confrontada.
Kemuridama é um artificio ninja para escapar de determinados confrontos, uma pequena explosão de fumaça que oculta a fuga do guerreiro. Jesus – e mesmo o apóstolo Paulo – usou a “ressurreição” como kemuridama quando estava entre fariseus e saduceus, grupos de pensamento contrário sobre o assunto, deixando de ser o foco de ataque, deixando que se engalfinhassem com suas infrutíferas discussões sobre o sexo dos anjos.
Paulo conhecia o artifício tão bem que alertou contra ele, quando soube que haviam alguns assumindo linhas “teológicas” de Apolo, Pedro ou Paulo. “estaria Jesus dividido?”. Ainda pode-se ver hoje discussões acaloradas sobre a compreensão adotada (vide Calvinismo x Arminianismo).
8. Seguir a Lei só quando é conveniente.
Por tradição, o filho do sacerdote do templo deveria assumir o sacerdócio e cumprir toda a Lei. Na época de Jesus, o sacerdote herdeiro não estava no templo, mas no deserto, não tinha vestes sacerdotais, mas pele de camelo, substitui a alimentação levítica por gafanhotos e mel. João Batista era filho de Zacarias, mas quem estava no comando dos “negócios” do templo era dois parentes, Anás e Caifás, genro e sogro. Se houvesse zelo como defendiam aqueles fariseus, certamente não assumiriam a posição que não lhes pertencia, nem quebraria a preciosa tradição, já que existe apenas um sumo-sacerdote, e não dois, intercalando-se ano a ano. A necessidade de projeção social fez com que fizessem vistas grossas àquela situação óbvia, e ignorar a Lei aqui seria prejudicial.
Muitas igrejas mantém regras obviamente erradas para manter em beneficio aqueles que a criaram, apesar de serem nitidamente injustas e incondizentes com o Cristianismo que buscam defender.
9. Por trás da aura angelical, ira belicosa.
Todo fariseu posta certo ar de equilíbrio quase zen-budista. Isso dá segurança aos que veem como referência espiritual. Isso é uma arte Alguns exageram, ficam com trejeitos estranhos, esquisitisses. Na intimidade, são pessoas comuns, até agressivas, e algumas até perversas. Isso é comum quando a necessidade da aparência suplanta a necessidade intima de conversão.
10. Mentiras em nome de Deus
Um fariseu conhece a Palavra, isso é fato. Somando-se a sua aparência de legítima santidade e o reconhecimento público de suas insignias, uma mentira ou outra, usadas por “causa justa” jamais serão questionadas. Quem, em sã consciência questionaria um servo de Deus e correr o risco de ser fulminado pelos céus por petição desse servo?
Mentiras ajudam a manter o rebanho, reforçam verdades universais com pequenas distorções benéficas aos cofres, colaborando na manutenção e expansão do reino (com letra minúscula mesmo).
É a forma mais rápida de se atuar em nome de Deus quando o Espírito não tem mais vez nas escolhas da comunidade.
por Zé Luís blog do Genizah
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Festival Promessas: Presente da Globo ou Fraqueza do Gospel

Por Antognoni Misael

Após exercer sua pedagogia entorpecente de viciar as irmãzinhas em suas novelas, cauterizar os “irmãos crentassos” no futebol do domingo a tarde e de uma forma geral, apreender a atenção do “rebanho gospel” nas noitadas dos Big-Brother’s, a Rede Globo presenteia a massa evangélica com uma programação específica – “O Festival Promessas”. Ufa… Que bom! Agora a boiada crente não precisará se desviar para as programações seculares da Globo, muito pelo contrário, abandonará os programas perniciosos para tão somente se voltar aos louvores cantados pelos representantes do “Gospel” nacional. – Será?!

Para uma grande maioria de cristãos, a presença dos “astros” do gospel na telinha global significou uma vitória e um marco na história da música evangélica. – Eu não acho nada disso!! Não pelo fato de se estar nela, mas pela forma e circunstâncias de como isso está ocorrendo. Se antes de serem globais, o “brilho” desses astros já extrapolaram o exclusivismo, estrelismo, e valor de mercado, imaginem agora o quanto o passe desses abençoados serão valorizados? Fico pensando… quanto custará um show do “Davi Sacer global” após o Troféu Promessas? Ou, o quanto custará uma ministração da “Ana Paula Valadão global”?

O que trago abaixo são algumas considerações vistas a partir do meu lugar social:

- A Globo não está interessadas em divulgar o Evangelho de Cristo – seu núcleo é abalizado numa crença mística entre espiritismo e ocultismo.

- Após perceber o crescimento substancial dos fiéis da IURD, os quais (in)diretamente contribuem para enriquecimento da emissora, logo cuidou de entrar nesse campo de disputa onde o fator religioso passa a ser determinante para exercer o domínio sobre as massas.

- Ao perceber que a população evangélica já chega aos 15% do total no Brasil, tornou-se sensato montar uma estrutura de consumo (programações, produtos, CDs, livros, shows, etc.) para esse percentual. – Quem duvida que num futuro próximo não exista um Big-brother só para crentes? (#PREMUNIÇÃO)

- A marca “Gospel” tem se mostrado bastante rentável. Isso fez com que a Som Livre, rapidamente fechasse contrato com algumas estrelas do segmento. Nesse pano de fundo, também se comporta a disputa de gravadoras da Record x Globo.

- Essa situação gera desconforto no sentido de que a Globo, uma vez que conectada a Som Livre, formatará metas de venda e valorização dos seus produtos, agenciando sempre que lhe interessar, a utilização dos seus parceiros de contrato em aparições em programações diversas, manipulando-os e usufruindo-se do relativismo religioso que tanto se adequa a diversidade religiosa das massas.

- Já os queridos astros, na desculpa de que estão levando a Palavra a Nação, correrão sérios riscos como: apresentar um Evangelho distorcido, adaptado, relativo (a exemplo do que ocorreu com Ludmila Ferber no Faustão), cair na tentação de propostas comprometedoras, passar por vexames , situações indesejadas, ou tornarem-se até mesmo paparazzos de Gezui$ (…) e por aí vai um tanto de possibilidades.

- Como a Globo se interessa somente por uma música comercial estandardizada – basta notar os comerciais do vários artistas do sertanejo universitário (mais do mesmo) – cuja estrutura decorre de uma padronização, e ao mesmo tempo possuindo detalhes que as diferenciem uma das outras, como um ritmo ou uma letra, percebeu no gospel comercial essa capacidade de produção-consumo padronizado e pretende levar a sério esse mercado.

- Canções do gospel são facilmente identificáveis pelo ouvinte, não requerendo esforço ou atenção concentrada no seu processo de escuta, excluído o esforço. Isto é, que através do método da repetição, alojam no público as frases e refrões de efeito, e num segundo momento, celebram o sucesso e legitimação dos seus hits a exemplo do “entra na minha casa…”.

- Os talentos “globais do gospel” se inserem nessa lógica de estandardização, e neste caso, a fórmula atual é cantar sobre milagres e promessas, para isso já há o chavão comercial que reforça as estratégias de mercado: “Você adora, a Som Livre toca”. Fico pensando: quem está se aproveitando de quem? – Não dá pra ser tão nonsense acreditando que a Globo foi tão comovida pelos mantras!

- Por último, em meio a toda essa engrenagem que envolve mídia, gravadoras, audiência e lucro, existe o desejo ínfimo destes artistas globais de (…) glorificarem a Deus.

Pra encerrar, quero deixar meus pêsames aos queridos irmãos e grupos: Stênio Marcius, Jorge Camargo, Tiago Vianna, João Alexandre, Crombie, Josué Rodrigues, Nelson Bomilcar, Baixo e Voz, VPC, Grupos Logos, Carlinhos Veiga, Gladir Cabral, Gerson Borges, Carol Gualberto… – Galera, não deu pra vocês dessa vez! Aliás, quem são vocês mesmo?

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Antognoni Misael é músico cristão, pós-graduando em história da música brasileira e colaborador noPúlpito Cristão Fonte: Púlpito Cristão

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